terça-feira, 11 de abril de 2017

Como identificar um relacionamento abusivo?

Veja como identificar um relacionamento abusivo

Como identificar um relacionamento abusivo?
O tema está em alta nesta semana após a expulsão do cirurgião plástico Marcos Harter da 17ª edição do Big Brother Brasil, na noite de segunda-feira (10). O relacionamento e as brigas do participante com também gaúcha Emilly Araújo, movimentaram as redes sociais e chegaram à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. Após o anúncio da saída do namorado, Emilly chorou muito e questionou a necessidade da expulsão. As duas outras finalistas, Ieda e Vivian, conversaram com a sister sobre o assunto.

– "Talvez tu esteja imaginando: “Poxa, mas ele não precisava ter saído, a gente tava conseguindo…” Eu entendo que, na tua cabeça, talvez eles tenham tomado uma decisão extrema, mas pensa que pelo menos eles não deixaram que algo pior acontecesse. Talvez tu não estivesse enxergando que estava precisando de ajuda" – disse Vivian.

VEJA COMO IDENTIFICAR:

Excesso de controle:
A pessoa abusiva, por ser muito insegura e controladora, sempre quer ganhar uma discussão e estar no comando. Além disso, vai sempre justificar suas ações de modo a estar sempre certa. Os abusadores falam de cima pra baixo e xingam para se sentirem melhores. Tensões em relacionamento acontecem, mas a gente começa a perceber aí uma série de indicações de abuso quando não existe um diálogo, por exemplo

Ciúmes excessivo e possessividade:
Ciúmes e possessividade são dois sinais que muitas vezes passam despercebidos. Ela ressalta, entretanto, que nem toda pessoa ciumenta é abusiva e nem todo abuso é explicitado através de ciúme. Mas os dois tópicos, principalmente quando servem para isolar ou fazer com que a pessoa se sinta como uma propriedade da outra, são indicações de um relacionamento abusivo.

Acusações e manipulações:
Acusações de traição ou flerte e frequentes perguntas como “O que você estava fazendo?”, de maneira acusatória, também são indícios. Esses pontos convergem para uma tentativa de controle. Joanna ressalta que pessoas abusivas são muito manipuladoras e alimentam o hábito de tachar os outros de loucos e burros. Elas também tentam fazer com que os companheiros se sintam culpados por fazer uma reclamação.

– A pessoa abusiva, nessa manipulação, vai tentar te fazer pensar que o que quer que você esteja reclamando, é culpa sua

Mudanças de humor e falta de compromisso com a palavra:
Outros indícios incluem mudança de humor repentina – de “nada demais” para, de repente, “muito agressivo” e então um pedido de desculpas em lágrimas. As ideias não corresponderem aos fatos é outro ponto. É importante atentar aos acordos e promessas que a pessoa fez e não cumpriu.

– Pessoas abusivas também podem te punir pelo teu comportamento, te privar das coisas que você gosta, podem deixar de falar com você, como um jogo bastante perigoso de silenciamento

TIPOS DE AGRESSÕES:

Física:
Te empurra, te chuta, te amarra, te bate e te violenta...

Psicológica:
Te humilha, te insulta, te isola, te persegue e te ameaça...

Moral:
Calúnia, injúria e difamação

Sexual:
Te pressiona, te exige práticas que você não gosta, se nega a usar preservativo e te nega o direito a métodos contraceptivos.

Patrimonial e econômica:
Controla seu dinheiro, não te dá permissão para certas compras, destrói seus objetos, não te deixa trabalhar e oculta bens e propriedades.

Na minha opinião, aquela frase: "Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher" é totalmente errada, tem que meter a colher sim, denuncie ligando para 180, você não precisa se identificar, se caso você for a vítima, você receberá apoio e orientações sobre os próximos passos para resolver o problema. A denúncia é distribuída para uma entidade local, como a Delegacias de Defesa da Mulher (DDM) ou Delegacia Especial de Atendimento a Mulher (DEAM), conforme o estado.

 "O orgão encaminhará para os outros equipamentos de atendimento e acolhimento e dará o suporte desde a parte do acesso à Justiça, quanto acolhimento e abrigo sigiloso se houver necessidade, conforme determinado na Lei Maria da Penha", explica a promotora. A rede protetiva dos direitos da mulher é composta por um sistema integrado formado por organizações sociais e orgãos públicos como a Defensoria Pública e Ministério Público.

Quando não houver uma delegacia especializada para esse atendimento na região do fato ocorrido, a vítima pode procurar uma delegacia comum, onde deverá ter prioridade no atendimento. Se estiver no momento de flagrante da ameaça ou agressão, a vítima também  pode ligar para 190 ou dirigir-se a uma Unidade  Básica de Saúde (UBS), onde há orientação para encaminhar a vítima para entidades competentes.


  

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